segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Agora é que é!

Inglaterra chama espiões para o caso Maddie

Os ingleses mostraram aos polícias portugueses as imagens, no dia de desaparecimento de Maddie, dos satélites que apontam ao Algarve, mas disseram que, por coincidência, nessa altura os satélites estavam todos virados para Marrocos. Agora, segundo o 24 horas, a polícia inglesa decidiu envolver na investigação McCann espiões dos serviços secretos


resto da notícia


Deve para faltar pouco para fazerem um filme sobre o desaparecimento da Maddie, sempre é mais uns tostões que entram nos cofres de alguém...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Vídeo jogos, uma industria menor?

Segundo informações que li ou vi em qualquer lado a industria dos vídeo jogos é maior do que a do cinema e musica juntas, bastante impressionante para uma industria que me parece passar um pouco ao lado da maioria das pessoas. Só recentemente é que os telejornais têm dado um maior destaque a esta industria e não me refiro aos casos negativos que normalmente são noticias tipo tablóide a diabolizar os jogos culpado-os da obesidade, violência juvenil, chega a ser (para alguns) a culpa da carnifica que um doido provocou na escola que frequentava estou a falar sim, de uma nova atitude, a atitude que encara os vídeo jogos como uma forma de entretenimento tão respeitável como o cinema. Como apreciador deste tipo de entretenimento e há muito habituado a ela, só posso aplaudir. Esta industria tem o direito de ser mais respeitada pela população em geral, se pelo menos as pessoas que não jogam jogos soubessem o quanto trabalho dá fazer um bom jogo, que existe jogos que são autenticas explosões criativas a nível visual e sonoro talvez a industria era mais compreendida e talvez as acusações frequentes de que é alvo e que não são de todo tão justas como alguns pensam amainassem.
Para mim jogar jogos é uma forma de entretenimento que adoro, permitem ser e fazer aquilo que é impossível na vida real e não, não sou uma pessoa violenta, obeso e nem anti-social.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Será demagogia?

Manuela Ferreira Leite: Tem de se ajudar a classe média e os mais desfavorecidos.

Paulo Portas: O estado só baixou o deficit porque aumentou os impostos. A carga fiscal é excessiva.


Depois do primeiro ministro Sócrates dizer que vai baixar os impostos à classe média e aumentar aos mais ricos.

Manuela Ferreira Leite: Não é possível identificar os ricos. Esta proposta é pura demagogia.

Paulo Portas: Vai desincentivar o trabalho daqueles que ainda não são ricos.



Mas no que é que ficamos?

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Aprender um idioma

Por ser algo exótico para um ocidental, por ter interesse na cultura nipónica e por estar nos meus planos visitar o Japão eu gostava de aprender os cinco sistemas de escrita do japonês. Espero um dia arranjar coragem para este difícil objectivo, enquanto esse dia não chega só posso sonhar como será gratificante andar para ai a falar japonês. Mas não foi apenas o facto de eu querer conhecer mais da cultura japonesa que me fez transformar este sonho em um objectivo a longo prazo, foi o facto de eu já poder por no meu curriculum um outro idioma, o inglês. A verdade é que desde que comecei a interessar-me verdadeiramente em aprender um outro idioma comecei a acreditar que é possível aprender ainda mais. Espero bem que esta vontade não esmoreça, ainda hei-de aprender japonês, francês, russo, alemão, espanhol, italiano e um qualquer dialecto duma tribo da Amazónia, seria engraçado! Bem, que exagero, vá lá contento-me com o japonês e o dialecto da Amazónia...

Poucos devem ser aqueles que saem do sistema de ensino português a escrever e falar um segundo idioma, daquilo que vivenciei, apenas se sai de lá com noções e para os dias de hoje isso já não chega. Talvez esteja errado, mas nos países nórdicos, os jovens saem dos respectivos ensinos a falar inglês razoavelmente. Nunca tive grande interesse na disciplina, na verdade nunca tive grande interesse pela escola, nem sei como tinha positivas... os testes só podiam ser muito fáceis. Mas felizmente o interesse em aprender inglês surgiu, e surgiu porque quero que o meu futuro passe por Inglaterra. O "era giro saber outro idioma para além do português" transformou-se em "eu tenho é que aprender Inglês", aprender um novo idioma é coisa séria e é necessária muita vontade. O que eu fiz foi comprar um software de aprendizagem, passei horas intermináveis à frente do ecrã do PC a fazer exercícios, e a ler frases e posso dizer que compensou.

Antes ler um texto em inglês era um sacrifício, agora não retenho apenas noções, compreendo a maioria do que está escrito. Antes não era capaz de escrever uma frase simples, hoje escrevo, certamente não estou apto a escrever um livro em inglês mas para aquilo que considero o razoável para poder comunicar está bom. Já ouviram o primeiro ministro José Sócrates a falar inglês? Pois bem, ele ao pé de mim fala melhor inglês que a Rainha da Inglaterra. Fala? Bem, não fala mais, pois graças ao software de aprendizagem que avalia a oralidade eu melhorei bastante a forma como falo inglês, aliás foi o que mais melhorou.
Pode-se dizer que falo, compreendo, escrevo inglês fluentemente? Ainda não, e acho isto porque não estou num meio onde o inglês é utilizado, é tudo em português e é uma das razões porque espero que o meu futuro passe por Inglaterra, essa será a melhor escola de todas.
Resumindo, para apreender um novo idioma o que é necessária vontade depois da vontade vem o esforço, seja horas à frente do computador com software ou cursos.

O software que eu utilizei foi o da digital publishing.

Ps: Agora já não "invento" (muito), tipo quando um gajo não sabe as letras das musicas ou não compreende o idioma mete-se a inventar nas suas cantorias...